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Corrida matinal

03/09/2026, 09:18:32

Distância

7.33 km

Tempo

43min22s

Pace médio

5:55 /km

Elevação

122 m↑

Categoria

Curta

Voltas registradas

Anotado pelo plano
Tipo#Dist.PaceMetaTempoFC
Z2 Leve16.95 km5:585:49–7:22/km 41:34126
Final/Desaq.2331 m5:291:49162

Meta = pace alvo do plano · diff vs pace realizado

Splits por km

KmPaceFCElev.
16:12116-13m
25:25115+18m
35:5593+20m
45:44106-18m
55:27150-30m
65:57147+9m
75:50151+13m
85:56160-6m

Análise Canova

Treino planejado (Treinus)

Tipo de sessãoRodagem Leve (Aeróbico Fácil)
Bom
A sessão foi executada predominantemente em ritmo leve, com pace médio de 5:55/km (+55s acima do alvo), compatível com uma rodagem aeróbica fácil na metodologia Canova. Os splits mostram uma variação moderada de pace (5:25–6:12/km) com FC majoritariamente baixa nos primeiros quilômetros (93–116 bpm), subindo para 147–162 bpm nos últimos, sugerindo que o terreno acidentado (+122m de ganho) e não um esforço intencional explicam parte dessa elevação. A última volta curta (331m a 5:29/km, FC 162) indica um pequeno acréscimo de intensidade ao final, provavelmente espontâneo ou descida favorável.
  • Pace médio de 5:55/km está dentro da faixa Z2 prescrita pelo plano (5:49–7:22/km), indicando boa disciplina de ritmo na maior parte da sessão.
  • Distância e duração totais (7,33 km em 43min22s) estão alinhadas com o treino planejado de 7 km entre 40'42" e 51'36", demonstrando cumprimento do volume proposto.
  • FC baixa nos primeiros 4 km (93–116 bpm) confirma que o esforço inicial foi genuinamente aeróbico fácil, respeitando o princípio Canova de que rodagens leves devem ser MUITO confortáveis.
  • A FC salta de 106 bpm (km 4) para 150 bpm (km 5) e permanece entre 147–162 bpm até o fim — mesmo que o pace não tenha acelerado drasticamente, isso indica que o esforço real nos últimos quilômetros saiu da zona leve, possivelmente pela inclinação positiva acumulada.
  • A última volta de 331m a 5:29/km com FC 162 é a mais intensa de todo o treino: embora curta, ela eleva a sessão pontualmente acima da faixa Z2, criando uma pequena 'zona cinza' que Canova desaconselha em dias de recuperação/fácil.
  • Com a prova de meia maratona em apenas 3 dias (06/09/2026), qualquer pico de FC acima de 160 bpm em treino de volume baixo merece atenção — o atleta deve garantir recuperação completa até o dia da prova.

Metodologia Canova

A sessão se alinha bem com o conceito de Rodagem Leve de Canova: ritmo claramente acima do pace alvo (+55s), volume controlado e intenção aeróbica. Os splits por km confirmam isso — a maioria ficou entre 5:44 e 6:12/km com FC baixa, sem estímulos estruturados visíveis. O único ponto de divergência canoviana é o drift de FC nos últimos 3 km (147–162 bpm) sem aceleração proporcional de pace, sugerindo que o terreno forçou um esforço maior do que o ritmo indica. Para Canova, a recuperação deve ser 'muito mais lenta do que o atleta imagina'; aqui o atleta foi disciplinado no pace mas o terreno com inclinação (+122m) comprometeu parcialmente o objetivo recuperativo da sessão.

Planejado vs Executado

O plano prescrevia 7 km em Z2 leve (5:49–7:22/km) entre 40'42" e 51'36", e o atleta completou 7,33 km em 43min22s com pace médio de 5:55/km — dentro da faixa e do tempo estipulados, o que representa boa aderência ao planejado. A principal divergência foi o comportamento da FC nos últimos 3 km (147–162 bpm), que saiu da zona leve esperada para um treino Z2, provavelmente por causa do terreno com inclinação positiva (+122m); o plano indicava 'ligeira inclinação', mas o acúmulo elevou o esforço além do esperado. No geral, a execução foi adequada em ritmo e volume, com ressalva para o esforço cardiovascular mais alto ao final.

Próximo treino

Nos 2–3 dias que antecedem a prova de meia maratona (06/09), priorizar descanso total ou no máximo um trote muito curto (3–4 km) a pace bem acima de 6:30/km em terreno plano, sem nenhum pico de FC acima de 130 bpm. Reservar energia e frescor muscular para a prova é agora a única prioridade.

Analisado em 03 de set. de 2026